Fonte: POCA- UFSCar
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sexta-feira, 16 de julho de 2021
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Como calcular seus gastos com energia?
Aparelhos Elétricos
| Potência Média Watts | Dias estimados Uso/Mês | Média Utilização/Dia | Consumo Médio Mensal (Kwh) |
aquecedor de ambiente
|
1550
|
15
|
8 h
|
186,0
|
ar-condicionado 7.500 btu
|
1000
|
30
|
8 h
|
120
|
ar-condicionado 10.000 btu
|
1350
|
30
|
8 h
|
162
|
aspirador de pó
|
100
|
30
|
20 min
|
10,0
|
barbeador/depilador/massageador
|
10
|
30
|
30 min
|
0,15
|
batedeira
|
120
|
8
|
30 h
|
0,48
|
bomba d’água 1/4 cv
|
335
|
30
|
30 min
|
5,02
|
bomba d’água 1/2 cv
|
613
|
30
|
30 min
|
9,20
|
cafeteira elétrica
|
600
|
30
|
1 h
|
18,0
|
chuveiro elétrico
|
4500
|
30
|
40 min **
|
90,0
|
circulador ar grande
|
200
|
30
|
8 h
|
48,0
|
computador/impressora/estabilizador
|
180
|
30
|
3 h
|
16,2
|
exaustor fogão
|
170
|
30
|
4 h
|
20,4
|
exaustor parede
|
110
|
30
|
4 h
|
13,2
|
ferro elétrico automático
|
1000
|
12
|
1 h
|
12,0
|
fogão comum
|
60
|
30
|
5 min
|
0,15
|
fogão elétrico 4 chapas
|
9120
|
30
|
4 h
|
1094,4
|
forno à resistência grande
|
1500
|
30
|
1 h
|
45,0
|
forno microondas
|
1200
|
30
|
2o min
|
12,0
|
freezer vertical/horizontal
|
130
|
-
|
-
|
50
|
frigobar
|
70
|
-
|
-
|
25,0
|
fritadeira elétrica
|
1000
|
15
|
30 min
|
7,5
|
geladeira 1 porta
|
90
|
-
|
-
|
30
|
geladeira 2 portas
|
130
|
-
|
-
|
55
|
grill
|
900
|
10
|
30 min
|
4,5
|
lavadora de roupas
|
500
|
12
|
1 h
|
6,0
|
liquidificador
|
300
|
15
|
15 min
|
1,1
|
microcomputador
|
120
|
30
|
3 h
|
10,8
|
multiprocessador
|
420
|
20
|
1 h
|
8,4
|
nebulizador
|
40
|
5
|
8 h
|
1,6
|
panela elétrica
|
1100
|
20
|
2 h
|
44,0
|
secador de cabelo
|
1400
|
30
|
10 min
|
7,0
|
torradeira
|
800
|
30
|
10 min
|
4,0
|
ventilador de teto
|
120
|
30
|
8 h
|
28,8
|
ventilador pequeno
|
65
|
30
|
8 h
|
15,6
|
vídeogame
|
15
|
15
|
4 h
|
0,9
|
Fonte:
http://www.ecoplanetenergy.com/pt-br/sobre-eco-energia/calcule-consumo/
domingo, 30 de abril de 2017
Como calcular o consumo de energia eletrica - lâmpadas
Nossos gastos com energia elétrica em casa, levam boa parte de nosso salário.
Aqui em São Gonçalo - RJ, a ENEL está cobrando quase R$ 0.65 por kwh consumido (dependendo da localidade). Junte a isso a CIP - Contribuição de iluminação pública para a prefeitura, atualização monetária do mês, a variação adicional da Bandeira Vermelha e mais o ICMS sobre este cálculo!
Resumo: É preciso ficar de olho em pequenos hábitos que transformam essa despesa em um vilão de nosso orçamento!
Por isso, comecei a trocar as lâmpadas de casa antes fluorescentes compactas de 10w para as de led de 7w. Todo mês, comprando uma consegui trocar todas!
Segue abaixo, algumas pesquisas que fiz:
Cálculo do consumo de energia
Para o cálculo do consumo de energia são necessárias três variáveis: a potência, o número de horas e os dias de uso. É um cálculo muito simples: basta multiplicar a potência conhecida pelo número de horas da lâmpada ligada e pela quantidade de dias de uso.
Imagine, por exemplo, que você deseja conhecer o consumo de uma lâmpada de 60 Watts permanece ligada por 5 horas diárias no período de 30 dias. Nesse caso, o cálculo de consumo energético será dado por:
Consumo de energia = 60 x 5 x 30
Consumo de energia = 9000W/h
Ao verificar uma conta de luz, percebe-se que as companhias de fornecimento fazem seus cálculos em Quilowatts/hora (KWh) e não Watts/hora (W/h). Para fazer a conversão entre as duas unidades, basta saber que um quilowatt corresponde a 1000 watts. Isso significa que se a sua conta de luz inclui um gasto de 200KWh, então na verdade houve um gasto de 200000W/h.
Por isso, vale lembrar que é necessário fazer a conversão para KWh. Assim, no exemplo você deve dividir o resultado por 1000, chegando ao valor de 9KWh. Ao final, você sabe que ao longo do mês cada lâmpada com essas características de fabricação e de uso consumiram 9KWh.
Esse cálculo, inclusive, funciona para todos os aparelhos elétricos, não apenas para lâmpadas. Somando o consumo de todos os aparelhos, você chega ao resultado apresentado em KWh na conta de luz.
Cálculo do custo
Agora que você já sabe calcular o consumo, como conhecer o custo mensal? Com outra equação simples e que não exige muito. Basta verificar na conta de luz o valor da tarifa paga por KWh. Com esse dado em mãos, multiplique-o pelo consumo que foi calculado para achar o custo mensal de cada lâmpada em sua residência.
Para ficar mais simples, imagine que a companhia elétrica cobre o valor de R$ 0,105 por KWh consumido. No cálculo anterior, você chegou à conclusão de que cada lâmpada tem um consumo de 9KWh por mês.
Por isso, o custo de uso mensal de cada lâmpada é dado por:
Custo do uso = 9 x 0,105
Custo do uso = R$ 0,945
Como resultado, cada lâmpada custa pouco menos de R$ 1,00 na sua conta de luz. Uma pegadinha na qual você não pode cair, entretanto, é que dificilmente a sua casa terá apenas uma única lâmpada.
Todas as unidades contribuem solidariamente para esse custo. Se as condições de todas as lâmpadas forem iguais, o consumo é igual para todas. Imagine uma casa com cerca de 5 cômodos. Devido ao projeto de iluminação, são usadas cerca de 10 lâmpadas do tipo durante 5 horas por dia, todos os dias do mês.
Com isso, o cálculo de custo é dado por:
Custo do uso de todas as lâmpadas = 10 x 0,945
Custo do uso de todas as lâmpadas = R$ 9,45
Com isso, se a sua conta de luz chega no valor de R$ 150,00, por exemplo, as lâmpadas são responsáveis por aproximadamente 6% do valor da sua conta de luz.
Utilizando esse mesmo procedimento em todos os aparelhos e somando os resultados, chega-se ao valor do consumo mensal de consumo de toda a residência.
Fontes:
Fontes:
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Viver ou sobreviver 1
O consumismo é o câncer silencioso que nos engole pouco a pouco.
A necessidade desenfreada de ter de comprar de renovar compulsivamente, sem sequer pensar no que realmente nos faz falta, no que é dispensável e indispensável.
Já não nos basta ter mais o celular comprado a menos de 1 ano! Uma avalanche de novas tecnologias inundam o mercado, a telinha da TV, os spam no email, as propagandas nos sites. E o celular caríssimo tornou-se obsoleto. Basta tentar consertá-lo que as autorizadas logo dizem que não há mais peças para ele, que elas não são mais fabricadas. Isso mesmo! Em menos de um ano!
A panela de pressão antiga, não nos serve mais. precisamos da outra, muito mais cara mas que serve para a mesmíssima coisa: cozinhar à pressão!
Eu mesma tive em casa 4 liquidificadores antigos mais bem conservados, que fui trocando por falta de peças! Tão bons que o motor dos 4 ainda funcionavam, apesar de não haver mais peças de reposição. Indignada, acabei de comprar um manual pela internet. Daquelas que minha bisa usava, a manivela.
Estamos na Era dos descartáveis e eu comecei a rever meus conceitos sobre necessidade. Quero diminuir minha bagagem, ter o mínimo necessário para minha sobrevivência. Quero trocar quantidades por qualidade. Quero Ser muita coisa e fazer muito mais. Mas, principalmente, quero ajudar meus filhos, já adultos a precisarem de menos para viverem bem. Deixar um mundo melhor para meus netos!
Já colquei logo o número 1 no título, porque há tanto a dizer...
Desejo a você uma linda noite, cheiinha de coisas boas! Bjs
A necessidade desenfreada de ter de comprar de renovar compulsivamente, sem sequer pensar no que realmente nos faz falta, no que é dispensável e indispensável.
Já não nos basta ter mais o celular comprado a menos de 1 ano! Uma avalanche de novas tecnologias inundam o mercado, a telinha da TV, os spam no email, as propagandas nos sites. E o celular caríssimo tornou-se obsoleto. Basta tentar consertá-lo que as autorizadas logo dizem que não há mais peças para ele, que elas não são mais fabricadas. Isso mesmo! Em menos de um ano!
A panela de pressão antiga, não nos serve mais. precisamos da outra, muito mais cara mas que serve para a mesmíssima coisa: cozinhar à pressão!
Eu mesma tive em casa 4 liquidificadores antigos mais bem conservados, que fui trocando por falta de peças! Tão bons que o motor dos 4 ainda funcionavam, apesar de não haver mais peças de reposição. Indignada, acabei de comprar um manual pela internet. Daquelas que minha bisa usava, a manivela.
Estamos na Era dos descartáveis e eu comecei a rever meus conceitos sobre necessidade. Quero diminuir minha bagagem, ter o mínimo necessário para minha sobrevivência. Quero trocar quantidades por qualidade. Quero Ser muita coisa e fazer muito mais. Mas, principalmente, quero ajudar meus filhos, já adultos a precisarem de menos para viverem bem. Deixar um mundo melhor para meus netos!
Já colquei logo o número 1 no título, porque há tanto a dizer...
Desejo a você uma linda noite, cheiinha de coisas boas! Bjs
domingo, 8 de abril de 2012
quarta-feira, 5 de maio de 2010
7. Perfil do brasileiro
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em 2005, procurou medir o nível de consciência dos consumidores brasileiros. O resultado está descrito no gráfico abaixo:
Tornou-se evidente a diferenças entre o perfil do consumo consciente das regiões Norte e Sul do país, respectivamente menos e mais conscientes. Enquanto a Norte apresentou o maior percentual de consumidores iniciantes entre todas as regiões (66%), a Sul obteve o menor índice desse segmento de consumidores (45%). Por outro lado, a região Sul reuniu o maior percentual de consumidores engajados (39%) e conscientes (11%) enquanto a Norte apresentou exatamente o oposto: o menor percentual de engajados (21%).
Um aspecto curioso diz respeito ao Centro-Oeste, que apresentou o menor percentual de consumidores conscientes (apenas 1 %), mas, ao mesmo tempo, alcançou o segundo mais alto percentual de engajados, com 29%.
As variações dos resultados da pesquisa, segundo o Instituto Akatu, demonstram que a região é apenas um dos fatores que influenciam o comportamento de consumo consciente, e não o único.
8. Mais informações sobre consumo consciente
Fonte: ComoTudoFunciona
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Tornou-se evidente a diferenças entre o perfil do consumo consciente das regiões Norte e Sul do país, respectivamente menos e mais conscientes. Enquanto a Norte apresentou o maior percentual de consumidores iniciantes entre todas as regiões (66%), a Sul obteve o menor índice desse segmento de consumidores (45%). Por outro lado, a região Sul reuniu o maior percentual de consumidores engajados (39%) e conscientes (11%) enquanto a Norte apresentou exatamente o oposto: o menor percentual de engajados (21%).
Um aspecto curioso diz respeito ao Centro-Oeste, que apresentou o menor percentual de consumidores conscientes (apenas 1 %), mas, ao mesmo tempo, alcançou o segundo mais alto percentual de engajados, com 29%.
As variações dos resultados da pesquisa, segundo o Instituto Akatu, demonstram que a região é apenas um dos fatores que influenciam o comportamento de consumo consciente, e não o único.
8. Mais informações sobre consumo consciente
Fonte: ComoTudoFunciona
terça-feira, 4 de maio de 2010
6. Você é um consumidor consciente?
Considera-se consumidor consciente aquele que busca encontrar o equilíbrio entre a satisfação de necessidades pessoais e o impacto do seu consumo no meio ambiente e na sociedade.
O Instituto Akatu desenvolveu uma escala de consumo consciente, criando quatro grupos distintos de consumidores: conscientes, comprometidos, iniciantes e indiferentes.
Consciente é o consumidor que tem a percepção que seus atos de consumo afetam não só a si próprio, mas também a toda coletividade e as futuras gerações. O consumidor engajado, logo abaixo do consciente, é aquele que percebe que consumo consciente é mais do que apenas uma maneira de economizar recursos, mas ainda não o pratica amplamente. O iniciante é o consumidor que pratica o consumo consciente pensando apenas em evitar desperdícios. E o indiferente é o consumidor que, como o nome diz, é indiferente a todas as práticas de sustentabilidade no consumo.
O Instituto Akatu desenvolveu uma escala de consumo consciente, criando quatro grupos distintos de consumidores: conscientes, comprometidos, iniciantes e indiferentes.
Consciente é o consumidor que tem a percepção que seus atos de consumo afetam não só a si próprio, mas também a toda coletividade e as futuras gerações. O consumidor engajado, logo abaixo do consciente, é aquele que percebe que consumo consciente é mais do que apenas uma maneira de economizar recursos, mas ainda não o pratica amplamente. O iniciante é o consumidor que pratica o consumo consciente pensando apenas em evitar desperdícios. E o indiferente é o consumidor que, como o nome diz, é indiferente a todas as práticas de sustentabilidade no consumo.
Responda ao teste abaixo e descubra qual o seu perfil de consumidor consciente.
| 1. Evito deixar lâmpadas acesas em ambientes desocupados |
|
| 2. Fecho a torneira enquanto escovo os dentes |
|
| 3. Desligo aparelhos eletrônicos quando não estou usando |
|
| 4. Costumo planejar as compras de alimentos |
|
| 5. Costumo pedir nota fiscal quando faço compras |
|
| 6. Costumo planejar compra de roupas |
|
| 7. Costumo utilizar o verso de folhas de papel já utilizadas |
|
| 8. Costumo ler o rótulo atentamente antes de decidir uma compra |
|
| 9. A família separa o lixo para reciclagem (lata, papel, vidro, PET, garrafas) |
|
| 10. Espero os alimentos esfriarem antes de guardar na geladeira |
|
| 11. Comprei produtos feitos com material reciclado nos últimos 6 meses |
|
| 12. Comprei produtos orgânicos nos últimos 6 meses (por exemplo: alimentos sem agrotóxicos, carne sem hormônios ou antibióticos) |
|
| 13. Procuro passar ao maior número possível de pessoas as informações que aprendo sobre empresas e produtos. |
|
Fonte: Instituto Akatu
segunda-feira, 3 de maio de 2010
5. Ponha a mão na consciência!
Algumas dicas de consumo consumo consciente:
- Antes da compra
- Lixo e reciclagem
- Economia de água
- Transportes
- Economia de energia
- Antes da compra
- Prefira produtos com embalagens recicláveis
- Evite produtos com excesso de embalagens
- Prefira alimentos orgânicos ou de comércio justo
- Use lâmpadas
fluorescentes, digo, de LED.
- Lixo e reciclagem
- Evite utilizar sacolinhas plásticas
- Separe os materiais recicláveis do lixo comum e encaminhe-os à postos de coleta seletiva
- Não descarte pilhas e baterias no lixo comum, leve-as aos centros de coleta
- Não jogue o óleo de cozinha pelo ralo, guade-o em embalagens PET e leve-as a postos de coleta em supermercados
- Seja seletivo ao jogar restos de alimento no lixo
- Economize papel, só imprima quando necessário e, se possível, utilize o verso de folhas já impressas
- Economia de água
- Feche a torneira ao escovar os dentes e ao lavar a louça
- Conserte a torneira que está pingando
- Não demore no banho
- Evite gastar energia no horário de pico
- Evite lavar calçadas com freqüência ou usar o jato da mangueira como vassoura
- Transportes
- Mantenha seu carro em ordem (faça a manutenção do motor, fitro do motor e do ar condicionado do carro)
- Evite utilizar combustível de origem duvidosa
- Respeite o rodízio (se é aplicado na sua cidade)
- Prefira transportes alternativos ao carro para ir ao trabalho, pelo menos duas vezes por semana
- Substitua o carro pela bicicleta ou pela caminhada em pequenos deslocamentos
- Dê ou pegue carrona
- Economia de energia
- Evite utilizar o elevador em deslocamentos de até dois andares
- Não utilize o stand-by (quando não estiver utilizando equipamentos, desligue-os da tomada)
- Aproveite a claridade e a luz do sol
- Pinte paredes dos locais de trabalho usando cores claras favorece a menor utilização da iluminação elétrica
- Ative a opção "sleep" ou "sleep timer" nos televisores e aparelhos de som
- Compre eletroeletrônicos com selo de eficiência energétic.
domingo, 2 de maio de 2010
4. O preço da consciência
Engana-se quem acha que consumo consciente e economia não combinam - eles andam de mãos dadas. Uma das premissas do consumo consciente é o não-desperdício, e a máxima não se aplica somente a recursos naturais, mas também aos gastos pessoais.
Evitar desperdício de dinheiro é também um ato de consumo consciente, considerada como a “porta de entrada” para a aplicação do conceito com efetividade. Mesmo que indiretamente, consumo consciente “faz bem ao bolso”, ao pregar o corte de supérfluos e a diminuição de desperdícios.
Por outro lado, utilizar aspectos não-financeiros nas decisões de compras pode significar, na prática, não levar o produto mais barato da prateleira. Muitas vezes, aquele preço baixíssimo encontrado em um produto só foi possível à custa de exploração desleal de trabalhadores, compra de matéria-prima de origem desconhecida ou sonegação de impostos.
O crescimento da consciência do consumo é, portanto, um movimento que ocorre em duas vias aparentemente antagônicas. A primeira, financeira, tem impactos significativos na redução de custos; na segunda, aceita-se pagar um preço adicional, que garanta o desenvolvimento sustentável.
Selos e certificações
Os consumidores podem identificar produtos de empresas politicamente corretas através de selos e certificações, algo cada vez mais comuns no mercado, como, por exemplo, o selo Procel, de eficiência energética, ou as certificações de produtos orgânicos. Veja abaixo alguns deles:
Evitar desperdício de dinheiro é também um ato de consumo consciente, considerada como a “porta de entrada” para a aplicação do conceito com efetividade. Mesmo que indiretamente, consumo consciente “faz bem ao bolso”, ao pregar o corte de supérfluos e a diminuição de desperdícios.
Por outro lado, utilizar aspectos não-financeiros nas decisões de compras pode significar, na prática, não levar o produto mais barato da prateleira. Muitas vezes, aquele preço baixíssimo encontrado em um produto só foi possível à custa de exploração desleal de trabalhadores, compra de matéria-prima de origem desconhecida ou sonegação de impostos.
O crescimento da consciência do consumo é, portanto, um movimento que ocorre em duas vias aparentemente antagônicas. A primeira, financeira, tem impactos significativos na redução de custos; na segunda, aceita-se pagar um preço adicional, que garanta o desenvolvimento sustentável.
Os consumidores podem identificar produtos de empresas politicamente corretas através de selos e certificações, algo cada vez mais comuns no mercado, como, por exemplo, o selo Procel, de eficiência energética, ou as certificações de produtos orgânicos. Veja abaixo alguns deles:
- SO 14.000 e 26.000 – programa de qualidade empresarial
- Selo Procel – produtos com eficiência energética
- Selo FSC – certifica a “boa” origem de madeira
- Certificado Deméter/IBD – produtos e alimentos orgânicos (biodinâmicos)
- Selo Fairtrade – produto proveniente de comércio justo
- Selo Carbononeutro – neutralização das emissões de CO2.
sábado, 1 de maio de 2010
3. Antes e depois da compra
O consumo consciente não se preocupa apenas com o momento que antecede a compra, de escolha de produtos e serviços. O consumidor tem também a responsabilidade de utilizar muito bem os produtos que comprou.
Na iminência da escassez de recursos naturais no planeta, desperdício e excesso tornam-se os piores pecados. O consumo consciente propõe que os consumidores mudem seus hábitos e consumam somente o essencial.
Pensando disso, criou-se a chamada teoria dos “3 R’s”, com o objetivo de minimizar o desperdício e aproveitar ao máximo os produtos que compramos.
Teoria dos “3 R’s”
Na iminência da escassez de recursos naturais no planeta, desperdício e excesso tornam-se os piores pecados. O consumo consciente propõe que os consumidores mudem seus hábitos e consumam somente o essencial.
Pensando disso, criou-se a chamada teoria dos “3 R’s”, com o objetivo de minimizar o desperdício e aproveitar ao máximo os produtos que compramos.
- Reduzir: implica em reduzir nosso patamar de consumo, deixar de consumir tudo o que o que não é realmente necessário. Se, por exemplo, uma tecla do seu telefone celular se quebrar, por que não consertá-la, em vez de comprar um aparelho novo? Ou se o modelo não é o mais recente, mas o aparelho ainda funciona, por que trocá-lo?
- Reutilizar: implica em utilizar um mesmo produto de várias maneiras, ao invés de descartá-lo. O exemplo mais comum é utilizar frascos de vidro de requeijão como copos em casa, ou imprimir documentos pessoais no verso de folhas de papel utilizado no escritório.
- Reciclar: a reciclagem é uma prática essencial para a redução do volume de materiais inutilizados, que irão se acumular em lixões ou aterros sanitários.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
2. O que é consumo consciente?
A culpa é de quem?
A idéia básica do consumo consciente é transformar o ato de consumo em uma prática permanente de cidadania. O objetivo de consumo, quando consciente, extrapola o atendimento de necessidades individuais. Leva em conta também seus reflexos na sociedade, economia e meio ambiente.
E os reflexos podem ser positivos ou negativos. Ao comprar produtos de uma empresa que utiliza trabalho escravo, por exemplo, o consumidor financia essa prática abominável. Por outro lado, se comprar alimentos orgânicos ou de comércio justo, contribuirá com setor da economia que não utiliza substâncias tóxicas em sua produção e que não agride o meio ambiente.
Aquela velha prática de “lavar as mãos”, de encontrar um culpado pelas mazelas do mundo, é inválida no consumo consciente. Se algo está errado, todos têm uma parcela de responsabilidade.
A escassez de recursos naturais, nesse sentido, não pode ser atribuída somente às empresas, pois foram os consumidores que financiaram sua exploração.
Por isso, é fundamental estar bem informado sobre os produtos e serviços que serão adquiridos ou contratados. O poder de transformação social está nas mãos dos consumidores, e cabe a eles escolher como fornecedoras empresas éticas, que respeitam os direitos humanos e os limites naturais do planeta.
Os 12 princípios do consumo consciente:
O Instituto Akatu, procurando orientar consumidores, publicou uma cartilha contendo os 12 princípios do consumo consciente. Veja abaixo:
1. Planeje suas compras. Compre menos e melhor;
2. Avalie os impactos de seu consumo no meio ambiente e na sociedade;
3. Consuma só o necessário. Reflita sobre suas reais necessidades e tente viver com menos;
4. Reutilize produtos. Não compre outra vez o que você pode consertar e transformar;
5. Separe seu lixo. Reciclar ajuda a economizar recursos naturais e a gerar empregos;
6. Use crédito com responsabilidade. Pense bem se você poderá pagar as prestações;
7. Informe-se e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas;
8. Não compre produtos piratas. Assim você contribui para gerar empregos e combater o crime organizado;
9. Contribua para a melhoria dos produtos e serviços. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas;
10. Divulgue o consumo consciente. Levante essa bandeira para amigos e familiares;
11. Cobre dos políticos. Exija ações que viabilizem a prática do consumo consciente;
12. Reflita sobre seus valores. Avalie os princípios que guiam suas escolhas e hábitos de consumo.
Instituto Akatu
Fonte: ComoTudoFunciona
Recentemente o polêmico filme Tropa de Elite abordou a questão, responsabilizando adolescentes consumidores de maconha e cocaína, das classes média e alta do Rio de Janeiro, pela manutenção do tráfico de drogas nas favelas locais.
O consumo consciente vem sendo abordado subliminarmente em diversas expressões culturais.
A idéia básica do consumo consciente é transformar o ato de consumo em uma prática permanente de cidadania. O objetivo de consumo, quando consciente, extrapola o atendimento de necessidades individuais. Leva em conta também seus reflexos na sociedade, economia e meio ambiente.
E os reflexos podem ser positivos ou negativos. Ao comprar produtos de uma empresa que utiliza trabalho escravo, por exemplo, o consumidor financia essa prática abominável. Por outro lado, se comprar alimentos orgânicos ou de comércio justo, contribuirá com setor da economia que não utiliza substâncias tóxicas em sua produção e que não agride o meio ambiente.
Aquela velha prática de “lavar as mãos”, de encontrar um culpado pelas mazelas do mundo, é inválida no consumo consciente. Se algo está errado, todos têm uma parcela de responsabilidade.
A escassez de recursos naturais, nesse sentido, não pode ser atribuída somente às empresas, pois foram os consumidores que financiaram sua exploração.
Por isso, é fundamental estar bem informado sobre os produtos e serviços que serão adquiridos ou contratados. O poder de transformação social está nas mãos dos consumidores, e cabe a eles escolher como fornecedoras empresas éticas, que respeitam os direitos humanos e os limites naturais do planeta.
Os 12 princípios do consumo consciente:
O Instituto Akatu, procurando orientar consumidores, publicou uma cartilha contendo os 12 princípios do consumo consciente. Veja abaixo:
1. Planeje suas compras. Compre menos e melhor;
2. Avalie os impactos de seu consumo no meio ambiente e na sociedade;
3. Consuma só o necessário. Reflita sobre suas reais necessidades e tente viver com menos;
4. Reutilize produtos. Não compre outra vez o que você pode consertar e transformar;
5. Separe seu lixo. Reciclar ajuda a economizar recursos naturais e a gerar empregos;
6. Use crédito com responsabilidade. Pense bem se você poderá pagar as prestações;
7. Informe-se e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas;
8. Não compre produtos piratas. Assim você contribui para gerar empregos e combater o crime organizado;
9. Contribua para a melhoria dos produtos e serviços. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas;
10. Divulgue o consumo consciente. Levante essa bandeira para amigos e familiares;
11. Cobre dos políticos. Exija ações que viabilizem a prática do consumo consciente;
12. Reflita sobre seus valores. Avalie os princípios que guiam suas escolhas e hábitos de consumo.
Instituto Akatu
Fonte: ComoTudoFunciona
quinta-feira, 29 de abril de 2010
1. Introdução
Peso na consciência O grande desafio do consumo é encontrar o ponto de equilíbrio entre as demandas de nossa sociedade e os limites naturais do planeta. Será que ultrapassamos esse limite? Evidências mostram que sim. A ação do homem é apontada pela maioria dos cientistas do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) como uma das principais fontes causadoras do efeito estufa, fenômeno que contribui para o aquecimento global. Calcula-se que a população mundial consome 20% a mais de recursos do que o planeta pode renovar. Isso levando em conta que quase a metade da população vive abaixo da linha de pobreza. Alguns teóricos dizem que se o consumo médio per capita do planeta fosse elevado ao patamar do cidadão norte-americano (quem mais consome no mundo), seriam necessárias quatro Terras para garantir insumos básicos para todos, como água, energia e alimentos. |
No entanto, cresce em nível mundial o número de pessoas e empresas que se sentem responsáveis pela atual crise ambiental e que, de alguma forma, estão dispostas a mudar seus padrões de consumo.
![]() |
Consumidores exigem cada vez mais das empresas práticas efetivas de responsabilidade sócio-ambiental. Um número crescente de organizações tem adotado parâmetros não-financeiros em suas compras. Mesmo o governo caminha neste sentindo, promovendo as chamadas licitações sustentáveis.
Este movimento é conhecido como consumo consciente e está se disseminando em escala global. No Brasil, a questão é trabalhada desde o ano 2000, e tem como principal representante o Instituto Akatu para o Consumo Consciente.
Mas como se pratica o consumo consciente? Implica em mudança de hábitos? Qual o impacto da consciência no bolso? Saiba nas próximas páginas. |
Fonte: ComoTudoFunciona
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