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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Como calcular seus gastos com energia?

Aparelhos Elétricos
Potência Média WattsDias estimados Uso/MêsMédia Utilização/DiaConsumo Médio Mensal (Kwh)
aquecedor de ambiente
1550
15
8 h
186,0
ar-condicionado 7.500 btu
1000
30
8 h
120
ar-condicionado 10.000 btu
1350
30
8 h
162
aspirador de pó
100
30
20 min
10,0
barbeador/depilador/massageador
10
30
30 min
0,15
batedeira
120
8
30 h
0,48
bomba d’água 1/4 cv
335
30
30 min
5,02
bomba d’água 1/2 cv
613
30
30 min
9,20
cafeteira elétrica
600
30
1 h
18,0
chuveiro elétrico
4500
30
40 min **
90,0
circulador ar grande
200
30
8 h
48,0
computador/impressora/estabilizador
180
30
3 h
16,2
exaustor fogão
170
30
4 h
20,4
exaustor parede
110
30
4 h
13,2
ferro elétrico automático
1000
12
1 h
12,0
fogão comum
60
30
5 min
0,15
fogão elétrico 4 chapas
9120
30
4 h
1094,4
forno à resistência grande
1500
30
1 h
45,0
forno microondas
1200
30
2o min
12,0
freezer vertical/horizontal
130
-
-
50
frigobar
70
-
-
25,0
fritadeira elétrica
1000
15
30 min
7,5
geladeira 1 porta
90
-
-
30
geladeira 2 portas
130
-
-
55
grill
900
10
30 min
4,5
lavadora de roupas
500
12
1 h
6,0
liquidificador
300
15
15 min
1,1
microcomputador
120
30
3 h
10,8
multiprocessador
420
20
1 h
8,4
nebulizador
40
5
8 h
1,6
panela elétrica
1100
20
2 h
44,0
secador de cabelo
1400
30
10 min
7,0
torradeira
800
30
10 min
4,0
ventilador de teto
120
30
8 h
28,8
ventilador pequeno
65
30
8 h
15,6
vídeogame
15
15
4 h
0,9
Fonte: 
http://www.ecoplanetenergy.com/pt-br/sobre-eco-energia/calcule-consumo/

domingo, 30 de abril de 2017

Como calcular o consumo de energia eletrica - lâmpadas

Nossos gastos com energia elétrica em casa, levam boa parte de nosso salário.

Aqui em São Gonçalo - RJ, a ENEL está cobrando quase R$ 0.65 por kwh consumido (dependendo da localidade). Junte a isso a CIP - Contribuição de iluminação pública para a prefeitura, atualização monetária do mês, a variação adicional da Bandeira Vermelha e mais o ICMS sobre este cálculo!

Resumo: É preciso ficar de olho em pequenos hábitos que transformam essa despesa em um vilão de nosso orçamento!

Por isso, comecei a trocar as lâmpadas de casa antes fluorescentes compactas de 10w para as de led  de 7w. Todo mês, comprando uma consegui trocar todas! 

Segue abaixo, algumas pesquisas que fiz:



Cálculo do consumo de energia

Para o cálculo do consumo de energia são necessárias três variáveis: a potência, o número de horas e os dias de uso. É um cálculo muito simples: basta multiplicar a potência conhecida pelo número de horas da lâmpada ligada e pela quantidade de dias de uso.
Imagine, por exemplo, que você deseja conhecer o consumo de uma lâmpada de 60 Watts  permanece ligada por 5 horas diárias no período de 30 dias. Nesse caso, o cálculo de consumo energético será dado por:
Consumo de energia = 60 x 5 x 30
Consumo de energia = 9000W/h
Ao verificar uma conta de luz, percebe-se que as companhias de fornecimento fazem seus cálculos em Quilowatts/hora (KWh) e não Watts/hora (W/h). Para fazer a conversão entre as duas unidades, basta saber que um quilowatt corresponde a 1000 watts. Isso significa que se a sua conta de luz inclui um gasto de 200KWh, então na verdade houve um gasto de 200000W/h.
Por isso, vale lembrar que é necessário fazer a conversão para KWh. Assim, no exemplo você deve dividir o resultado por 1000, chegando ao valor de 9KWh. Ao final, você sabe que ao longo do mês cada lâmpada com essas características de fabricação e de uso consumiram 9KWh.
Esse cálculo, inclusive, funciona para todos os aparelhos elétricos, não apenas para lâmpadas. Somando o consumo de todos os aparelhos, você chega ao resultado apresentado em KWh na conta de luz.

Cálculo do custo

Agora que você já sabe calcular o consumo, como conhecer o custo mensal? Com outra equação simples e que não exige muito. Basta verificar na conta de luz o valor da tarifa paga por KWh. Com esse dado em mãos, multiplique-o pelo consumo que foi calculado para achar o custo mensal de cada lâmpada em sua residência.
Para ficar mais simples, imagine que a companhia elétrica cobre o valor de R$ 0,105 por KWh consumido. No cálculo anterior, você chegou à conclusão de que cada lâmpada tem um consumo de 9KWh por mês.
Por isso, o custo de uso mensal de cada lâmpada é dado por:
Custo do uso = 9 x 0,105
Custo do uso = R$ 0,945
Como resultado, cada lâmpada custa pouco menos de R$ 1,00 na sua conta de luz. Uma pegadinha na qual você não pode cair, entretanto, é que dificilmente a sua casa terá apenas uma única lâmpada.
Todas as unidades contribuem solidariamente para esse custo. Se as condições de todas as lâmpadas forem iguais, o consumo é igual para todas. Imagine uma casa com cerca de 5 cômodos. Devido ao projeto de iluminação, são usadas cerca de 10 lâmpadas do tipo durante 5 horas por dia, todos os dias do mês.
Com isso, o cálculo de custo é dado por:
Custo do uso de todas as lâmpadas = 10 x 0,945
Custo do uso de todas as lâmpadas = R$ 9,45
Com isso, se a sua conta de luz chega no valor de R$ 150,00, por exemplo, as lâmpadas são responsáveis por aproximadamente 6% do valor da sua conta de luz.
Utilizando esse mesmo procedimento em todos os aparelhos e somando os resultados, chega-se ao valor do consumo mensal de consumo de toda a residência.
 Fontes: 



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Viver ou sobreviver 1

O consumismo é o câncer silencioso que nos engole pouco a pouco.
A necessidade desenfreada de ter de comprar de renovar compulsivamente, sem sequer pensar no que realmente nos faz falta, no que é dispensável e indispensável.

Já não nos basta ter mais o celular comprado a menos de 1 ano! Uma avalanche de novas tecnologias inundam o mercado, a telinha da TV, os spam no email, as propagandas nos sites. E o celular caríssimo tornou-se obsoleto. Basta tentar consertá-lo que as autorizadas logo dizem que não há mais peças para ele, que elas não são mais fabricadas. Isso mesmo! Em menos de um ano!

A panela de pressão antiga, não nos serve mais. precisamos da outra, muito mais cara mas que serve para a mesmíssima coisa: cozinhar à pressão!

Eu mesma tive em casa 4 liquidificadores antigos mais bem conservados, que fui trocando por falta de peças! Tão bons que o motor dos 4 ainda funcionavam, apesar de não haver mais peças de reposição. Indignada, acabei de comprar um manual pela internet. Daquelas que minha bisa usava, a manivela.

Estamos na Era dos descartáveis e eu comecei a rever meus conceitos sobre necessidade. Quero diminuir minha bagagem, ter o mínimo necessário para minha sobrevivência. Quero trocar quantidades por qualidade. Quero Ser muita coisa e fazer muito mais. Mas, principalmente, quero ajudar meus filhos, já adultos a precisarem de menos para viverem bem. Deixar um mundo melhor para meus netos!

Já colquei logo o número 1 no título, porque há tanto a dizer...
Desejo a você uma linda noite, cheiinha de coisas boas! Bjs

domingo, 8 de abril de 2012

Jogo Me Poupe!





Será que você consume energia elétrica conscientemente?

Conheça o jogo da "Campanha da Coelba, uma empresa de energia de Salvador-Ba, que busca promover a conscientização dos seus clientes para o uso consciente da energia através de simulação e jogos. Clique na figura e comece a jogar!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

7. Perfil do brasileiro

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em 2005, procurou medir o nível de consciência dos consumidores brasileiros. O resultado está descrito no gráfico abaixo:


Perfil do consumidor brasileiro



Perfil do consumidor brasileiro

Tornou-se evidente a diferenças entre o perfil do consumo consciente das regiões Norte e Sul do país, respectivamente menos e mais conscientes. Enquanto a Norte apresentou o maior percentual de consumidores iniciantes entre todas as regiões (66%), a Sul obteve o menor índice desse segmento de consumidores (45%). Por outro lado, a região Sul reuniu o maior percentual de consumidores engajados (39%) e conscientes (11%) enquanto a Norte apresentou exatamente o oposto: o menor percentual de engajados (21%).

Um aspecto curioso diz respeito ao Centro-Oeste, que apresentou o menor percentual de consumidores conscientes (apenas 1 %), mas, ao mesmo tempo, alcançou o segundo mais alto percentual de engajados, com 29%.

As variações dos resultados da pesquisa, segundo o Instituto Akatu, demonstram que a região é apenas um dos fatores que influenciam o comportamento de consumo consciente, e não o único.

 8.  Mais informações sobre consumo consciente

 9. Veja todos os artigos sobre Sustentabilidade


Fonte: ComoTudoFunciona

terça-feira, 4 de maio de 2010

6. Você é um consumidor consciente?

Considera-se consumidor consciente aquele que busca encontrar o equilíbrio entre a satisfação de necessidades pessoais e o impacto do seu consumo no meio ambiente e na sociedade.

O Instituto Akatu desenvolveu uma escala de consumo consciente, criando quatro grupos distintos de consumidores: conscientes, comprometidos, iniciantes e indiferentes.

Consciente é o consumidor que tem a percepção que seus atos de consumo afetam não só a si próprio, mas também a toda coletividade e as futuras gerações. O consumidor engajado, logo abaixo do consciente, é aquele que percebe que consumo consciente é mais do que apenas uma maneira de economizar recursos, mas ainda não o pratica amplamente. O iniciante é o consumidor que pratica o consumo consciente pensando apenas em evitar desperdícios. E o indiferente é o consumidor que, como o nome diz, é indiferente a todas as práticas de sustentabilidade no consumo.

Responda ao teste abaixo e descubra qual o seu perfil de consumidor consciente.
1. Evito deixar lâmpadas acesas em ambientes desocupados
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
2. Fecho a torneira enquanto escovo os dentes
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
3. Desligo aparelhos eletrônicos quando não estou usando
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
4. Costumo planejar as compras de alimentos
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
5. Costumo pedir nota fiscal quando faço compras
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
6. Costumo planejar compra de roupas
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
7. Costumo utilizar o verso de folhas de papel já utilizadas
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
8. Costumo ler o rótulo atentamente antes de decidir uma compra
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
9. A família separa o lixo para reciclagem (lata, papel, vidro, PET, garrafas)
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
10. Espero os alimentos esfriarem antes de guardar na geladeira
    Sempre Às vezes Raramente ou nunca
11. Comprei produtos feitos com material reciclado nos últimos 6 meses
    Sim Não Não sei
12. Comprei produtos orgânicos nos últimos 6 meses (por exemplo: alimentos sem agrotóxicos, carne sem hormônios ou antibióticos)
    Sim Não Não sei
13. Procuro passar ao maior número possível de pessoas as informações que aprendo sobre empresas e produtos.
    Sim Não Não sei




segunda-feira, 3 de maio de 2010

5. Ponha a mão na consciência!

Algumas dicas de consumo consumo consciente:

- Antes da compra
  • Prefira produtos com embalagens recicláveis
  • Evite produtos com excesso de embalagens
  • Prefira alimentos orgânicos ou de comércio justo
  • Use lâmpadas fluorescentes, digo, de LED.

- Lixo e reciclagem
  • Evite utilizar sacolinhas plásticas
  • Separe os materiais recicláveis do lixo comum e encaminhe-os à postos de coleta seletiva
  • Não descarte pilhas e baterias no lixo comum, leve-as aos centros de coleta
  • Não jogue o óleo de cozinha pelo ralo, guade-o em embalagens PET e leve-as a postos de coleta em supermercados
  • Seja seletivo ao jogar restos de alimento no lixo
  • Economize papel, só imprima quando necessário e, se possível, utilize o verso de folhas já impressas

- Economia de água
  • Feche a torneira ao escovar os dentes e ao lavar a louça
  • Conserte a torneira que está pingando
  • Não demore no banho
  • Evite gastar energia no horário de pico
  • Evite lavar calçadas com freqüência ou usar o jato da mangueira como vassoura

- Transportes
  • Mantenha seu carro em ordem (faça a manutenção do motor, fitro do motor e do ar condicionado do carro)
  • Evite utilizar combustível de origem duvidosa
  • Respeite o rodízio (se é aplicado na sua cidade)
  • Prefira transportes alternativos ao carro para ir ao trabalho, pelo menos duas vezes por semana
  • Substitua o carro pela bicicleta ou pela caminhada em pequenos deslocamentos
  • Dê ou pegue carrona

- Economia de energia
  • Evite utilizar o elevador em deslocamentos de até dois andares
  • Não utilize o stand-by (quando não estiver utilizando equipamentos, desligue-os da tomada)
  • Aproveite a claridade e a luz do sol
  • Pinte paredes dos locais de trabalho usando cores claras favorece a menor utilização da iluminação elétrica
  • Ative a opção "sleep" ou "sleep timer" nos televisores e aparelhos de som
  • Compre eletroeletrônicos com selo de eficiência energétic.
Fonte: ComoTudoFunciona

domingo, 2 de maio de 2010

4. O preço da consciência

Engana-se quem acha que consumo consciente e economia não combinam - eles andam de mãos dadas. Uma das premissas do consumo consciente é o não-desperdício, e a máxima não se aplica somente a recursos naturais, mas também aos gastos pessoais.

Evitar desperdício de dinheiro é também um ato de consumo consciente, considerada como a “porta de entrada” para a aplicação do conceito com efetividade. Mesmo que indiretamente, consumo consciente “faz bem ao bolso”, ao pregar o corte de supérfluos e a diminuição de desperdícios.

Por outro lado, utilizar aspectos não-financeiros nas decisões de compras pode significar, na prática, não levar o produto mais barato da prateleira. Muitas vezes, aquele preço baixíssimo encontrado em um produto só foi possível à custa de exploração desleal de trabalhadores, compra de matéria-prima de origem desconhecida ou sonegação de impostos.

O crescimento da consciência do consumo é, portanto, um movimento que ocorre em duas vias aparentemente antagônicas. A primeira, financeira, tem impactos significativos na redução de custos; na segunda, aceita-se pagar um preço adicional, que garanta o desenvolvimento sustentável.



Selos e certificações

Os consumidores podem identificar produtos de empresas politicamente corretas através de selos e certificações, algo cada vez mais comuns no mercado, como, por exemplo, o selo Procel, de eficiência energética, ou as certificações de produtos orgânicos. Veja abaixo alguns deles:
  • SO 14.000 e 26.000 – programa de qualidade empresarial
  • Selo Procel – produtos com eficiência energética
  • Selo FSC – certifica a “boa” origem de madeira
  • Certificado Deméter/IBD – produtos e alimentos orgânicos (biodinâmicos)
  • Selo Fairtrade – produto proveniente de comércio justo
  • Selo Carbononeutro – neutralização das emissões de CO2.
Fonte: ComoTudoFunciona

sábado, 1 de maio de 2010

3. Antes e depois da compra

O consumo consciente não se preocupa apenas com o momento que antecede a compra, de escolha de produtos e serviços. O consumidor tem também a responsabilidade de utilizar muito bem os produtos que comprou.

Na iminência da escassez de recursos naturais no planeta, desperdício e excesso tornam-se os piores pecados. O consumo consciente propõe que os consumidores mudem seus hábitos e consumam somente o essencial.

Pensando disso, criou-se a chamada teoria dos “3 R’s”, com o objetivo de minimizar o desperdício e aproveitar ao máximo os produtos que compramos.


Teoria dos­ “3 R’s”

  1. Reduzir: implica em reduzir nosso patamar de consumo, deixar de consumir tudo o que o que não é realmente necessário. Se, por exemplo, uma tecla do seu telefone celular se quebrar, por que não consertá-la, em vez de comprar um aparelho novo? Ou se o modelo não é o mais recente, mas o aparelho ainda funciona, por que trocá-lo?
  2. Reutilizar: implica em utilizar um mesmo produto de várias maneiras, ao invés de descartá-lo. O exemplo mais comum é utilizar frascos de vidro de requeijão como copos em casa, ou imprimir documentos pessoais no verso de folhas de papel utilizado no escritório.
  3. Reciclar: a reciclagem é uma prática essencial para a redução do volume de materiais inutilizados, que irão se acumular em lixões ou aterros sanitários.
Fonte: ComoTudoFunciona

sexta-feira, 30 de abril de 2010

2. O que é consumo consciente?

A culpa é de quem?

Recentemente o polêmico filme Tropa de Elite abordou a questão, responsabilizando adolescentes consumidores de maconha e cocaína, das classes média e alta do Rio de Janeiro, pela manutenção do tráfico de drogas nas favelas locais.
O consumo consciente vem sendo abordado subliminarmente em diversas expressões culturais.

A idéia básica do consumo consciente é transformar o ato de consumo em uma prática permanente de cidadania. O objetivo de consumo, quando consciente, extrapola o atendimento de necessidades individuais. Leva em conta também seus reflexos na sociedade, economia e meio ambiente.

E os reflexos podem ser positivos ou negativos. Ao comprar produtos de uma empresa que utiliza trabalho escravo, por exemplo, o consumidor financia essa prática abominável. Por outro lado, se comprar alimentos orgânicos ou de comércio justo, contribuirá com setor da economia que não utiliza substâncias tóxicas em sua produção e que não agride o meio ambiente.

Aquela velha prática de “lavar as mãos”, de encontrar um culpado pelas mazelas do mundo, é inválida no consumo consciente. Se algo está errado, todos têm uma parcela de responsabilidade.

A escassez de recursos naturais, nesse sentido, não pode ser atribuída somente às empresas, pois foram os consumidores que financiaram sua exploração.

Por isso, é fundamental estar bem informado sobre os produtos e serviços que serão adquiridos ou contratados. O poder de transformação social está nas mãos dos consumidores, e cabe a eles escolher como fornecedoras empresas éticas, que respeitam os direitos humanos e os limites naturais do planeta.

Os­ 12 princípios do consumo consciente:

O Instituto Akatu, procurando orientar consumidores, publicou uma cartilha contendo os 12 princípios do consumo consciente. Veja abaixo:

1. Planeje suas compras. Compre menos e melhor;

2. Avalie os impactos de seu consumo no meio ambiente e na sociedade;

3. Consuma só o necessário. Reflita sobre suas reais necessidades e tente viver com menos;

4. Reutilize produtos. Não compre outra vez o que você pode consertar e transformar;

5. Separe seu lixo. Reciclar ajuda a economizar recursos naturais e a gerar empregos;

6. Use crédito com responsabilidade. Pense bem se você poderá pagar as prestações;

7. Informe-se e valorize as práticas de responsabilidade social das empresas;

8. Não compre produtos piratas. Assim você contribui para gerar empregos e combater o crime organizado;

9. Contribua para a melhoria dos produtos e serviços. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas;

10. Divulgue o consumo consciente. Levante essa bandeira para amigos e familiares;

11. Cobre dos políticos. Exija ações que viabilizem a prática do consumo consciente;

12. Reflita sobre seus valores. Avalie os princípios que guiam suas escolhas e hábitos de consumo.

Instituto Akatu

Fonte: ComoTudoFunciona

quinta-feira, 29 de abril de 2010

1. Introdução


Consumo consciente






Definitivamente foi-se o tempo em que consumir era algo despretensioso e que os desejos, por mais supérfluos que fossem, deveriam ser atendidos a qualquer preço. Hoje, a humanidade sente na pele as conseqüências de centenas de anos de consumo desenfreado e irresponsável, na forma de aquecimento global, poluição de águas, extinção de animais e outros desastres ecológicos.



Peso na consciência
O grande desafio do consumo é encontrar o ponto de equilíbrio entre as demandas de nossa sociedade e os limites naturais do planeta. Será que ultrapassamos esse limite?

Evidências mostram que sim. A ação do homem é apontada pela maioria dos cientistas do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) como uma das principais fontes causadoras do efeito estufa, fenômeno que contribui para o aquecimento global.

Calcula-se que a população mundial consome 20% a mais de recursos do que o planeta pode renovar. Isso levando em conta que quase a metade da população vive abaixo da linha de pobreza.

Alguns teóricos dizem que se o consumo médio per capita do planeta fosse elevado ao patamar do cidadão norte-americano (quem mais consome no mundo), seriam necessárias quatro Terras para garantir insumos básicos para todos, como água, energia e alimentos.

No entanto, cresce em nível mundial o número de pessoas e empresas que se sentem responsáveis pela atual crise ambiental e que, de alguma forma, estão dispostas a mudar seus padrões de consumo.










selo quiz

Consumidores exigem cada vez mais das empresas práticas efetivas de responsabilidade sócio-ambiental. Um número crescente de organizações tem adotado parâmetros não-financeiros em suas compras. Mesmo o governo caminha neste sentindo, promovendo as chamadas licitações sustentáveis.

Este movimento é conhecido como consumo consciente e está se disseminando em escala global. No Brasil, a questão é trabalhada desde o ano 2000, e tem como principal representante o Instituto Akatu para o Consumo Consciente.


Mas como se pratica o consumo consciente? Implica em mudança de hábitos? Qual o impacto da consciência no bolso? Saiba nas próximas páginas.



Fonte: ComoTudoFunciona